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segunda-feira, 29 de julho de 2019

COMO O SER HUMANO TRATA OS ANIMAIS: UM VÍDEO PARA TE FAZER PENSAR






segunda-feira, 8 de julho de 2019

NADA É IMPOSSÍVEL PARA ESSAS PESSOAS


Às vezes nos sentimos para baixo, incapazes de realizar nossos sonhos, ou de ir atrás deles, sendo que temos saúde e força pra isso, basta buscar no seu interior. Veja essas pessoas abaixo, e perceba que nada é impossível para elas, muito menos para você!















quinta-feira, 4 de julho de 2019

PROVAVELMENTE VOCÊ JÁ TEVE UM DESSES



Provavelmente você já teve um desses celulares bem antigos, ou tem até um deles guardado em casa, como eu. Todos nós sentimos lá no nosso interior, uma certa saudade dessas relíquias, não é mesmo? Vamos ver alguns dos mais famosos daquela época, e se falou algum que você já teve, comenta aí embaixo!






















terça-feira, 18 de junho de 2019

Postar muitas selfies é sinal de personalidade narcisista


Um novo estudo publicado no periódico The Open Psychology Journal indica que postar selfies em excesso pode estar associado a um grau crescente de narcisismo, uma característica da personalidade que pode envolver o "exibicionismo grandioso" de si próprio. 

Pesquisadores da Universidade de Swansea e da Universidade de Milão estudaram as alterações de personalidade de 74 indivíduos com idade entre 18 e 34 anos, em um período de quatro meses. Durante esse tempo, os pesquisadores avaliaram o uso das redes sociais dos participantes, que incluiam o Facebook, Instagram, Twitter e Snapchat. Foi possível observar, então, que aqueles que usaram as mídias sociais excessivamente, por meio de postagens visuais, mostraram um aumento médio de 25% em tais traços narcísicos durante os meses do estudo. Além disso, muitos desses participantes tiveram um nível tão elevado de narcisismo, chegando ao Transtorno da Personalidade Narcisista.


O estudo também mostrou que aqueles que utilizaram principalmente redes sociais cuja as publicações são prioritariamente verbais, como o Twitter, não apresentaram os sintomas narcísicos.

Os participantes passavam cerca de três horas por dia nas redes, sem contar o uso para fins de trabalho. Alguns chegaram a relatar que usaram das mídias sociais por oito horas diárias quando não estavam em horário de trabalho. 

A pesquisa também apontou que os usuários passavam mais tempo no Facebook, cerca de 60% da amostra, seguido do Instagram, com 25% e o Twitter e o Snapchat ficaram com a parcela de 13% do tempo. Mais de dois terços dos participantes utilizaram as redes sociais principalmente para postar imagens. 


Phil Reed, professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Swansea e um dos líderes do estudo, conta que a pesquisa mostra uma ligação entre o narcisismo e as postagens visuais, mas que até esse estudo, não havia provas de que os narcisistas utilizavam mais essa forma de mídia social ou se a culpa era das plataformas que acabavam incentivando esse tipo de comportamento."Os resultados deste estudo sugerem que ambos ocorrem, mas mostram que postar selfies pode aumentar o narcisismo." 

Para o professor Roberto Truzoli da Universidade de Milão que também participou do estudo, o uso das redes sociais pode enfatizar a percepção de indivíduos narcisistas de que eles são o foco principal de atenção. "A falta de censura social imediata e direta pode oferecer-lhes a oportunidade de infligir aspectos de sua personalidade narcisista, apresentar-se de maneira grandiosa e realizar fantasias de onipotência".

segunda-feira, 17 de junho de 2019

O mundo está mais triste e cheio de raiva, afirma pesquisa


Caso você esteja se sentindo cada vez mais infeliz e raivoso, não se preocupe. Você não está sozinho. Na verdade, esta é uma tendência mundial, de acordo com a empresa de análise Gallup, que compartilhou os resultados de uma pesquisa destinada a medir a temperatura emocional do mundo .O relatório sugere que as pessoas estão mais tristes, mais irritadas e mais preocupadas do que nunca, e que isso pode ter graves consequências para saúde global.


Apesar de a pesquisa ter sido divulgada agora, os dados foram coletados em 2018, quando a Gallup realizou mais de 151 mil entrevistas com adultos que vivem em mais de 140 países. Eles fizeram perguntas aos entrevistados sobre como se sentiram no dia anterior, se sorriram ou riram muito e se sentiram tristeza ou raiva.

Eles descobriram que o número de pessoas que disseram ter sofrido raiva aumentou em dois pontos percentuais em relação a 2017, enquanto tanto a preocupação quanto a tristeza aumentaram em um ponto percentual — estabelecendo novos recordes para as três emoções negativas.


O Chade foi considerado o país mais negativo do mundo, seguido por Níger, Serra Leoa e Iraque. As nações latino-americanas dominaram o lado positivo (uma tradição no ranking), com o Paraguai ficando em primeiro lugar. O estudo não mostrou nenhum dado específico sobre a colocação do Brasil. 

O resultado mostra que os sentimentos negativos podem ter efeito na saúde física de uma pessoa, já que a raiva está associada a um risco elevado de ataque cardíaco e derrame cerebral, enquanto a preocupação crônica e a tristeza podem ser sinais de ansiedade e depressão. 

6 dicas para proteger sua saúde mental das redes sociais


Mais de um terço dos adultos nos Estados Unidos considera que as redes sociais prejudicam a saúde mental, de acordo com uma nova pesquisa da Associação de Psiquiatras Americana. Somente 5% consideraram as redes positivas para a saúde mental e outros 45% disseram acreditar que há efeitos positivos e negativos. Dois terços dos participantes da pesquisa afirmaram considerar que o uso das redes sociais têm relação com isolamento e solidão. Há estudos que relacionam as redes à depressão, inveja, baixa autoestima e ansiedade social.

Como uma psicóloga que estudou os perigos das interações online e observou os efeitos do mau uso das redes nas vidas de meus pacientes, tenho seis sugestões para reduzir os efeitos negativos das redes na sua saúde mental:


1. Limite quando e onde utilizar os serviços
As redes sociais podem interromper e interferir com a comunicação pessoalmente. Você vai se conectar melhor com as pessoas na sua vida se tiver momentos do dia em que desliga as notificações, ou mesmo deixando o celular em modo avião. Tente se comprometer a não dar espiadinhas durante refeições com amigos ou família, ou quando estiver brincando com uma criança ou conversando com seu parceiro. Também evite usar o computador ou o celular no quarto.


2. Tenha períodos de "detox"
Experimente passar alguns dias sem entrar nas redes. Há estudos que mostram que ficar de cinco dias a uma semana sem entrar no Facebook já ajuda a diminuir o nível de estresse e melhorar a satisfação com a própria vida. Se isso parece impossível, reduzir o tempo de uso para apenas dez minutos por dia durante três semanas resulta em menor sentimento de solidão e depressão. Experimente declarar publicamente que você decidiu dar um tempo nas redes e delete os aplicativos do celular.

3. Preste atenção no que você faz e como se sente
Experimente usar as plataformas em diferentes horas do dia e por tempos variados e observe como se sente depois de cada sessão. Também observe a maneira como está usando. Pessoas que são mais passivas nas redes sociais, apenas pesquisando e consumindo publicações dos outros, em geral se sentem pior do que aqueles que participam ativamente, publicando e se engajando com outras pessoas. Sempre que possível, busque interações online com pessoas que você conhece offline.


4. Seja consciente e pergunte “por quê?”
Você usa o Twitter logo que acorda para se manter informado sobre as notícias ou para escapar da realidade de ter que encarar o dia? Você sente necessidade de olhar o Instagram quando precisa resolver uma tarefa difícil no trabalho? Seja honesto consigo mesmo e cada vez que quiser checar suas redes sociais, pergunte-se: por que estou fazendo isso agora?


5. Faça uma limpa
É provável que você tenha acumulado uma lista gigante de amigos online e organizações. Há conteúdos que ainda interessam a você, mas outros que podem ter se tornado chatos e irritantes. É o momento de dar "unfollow", colocar no mudo ou esconder esses contatos. A maioria não vai nem perceber, e sua vida vai melhorar. Um estudo recente mostrou que informações sobre a vida de amigos no Facebook afeta as pessoas mais negativamente do que outros conteúdos na rede.


6. Não deixe que as redes sociais substituam a vida real
Não há nada errado em usar o Facebook para acompanhar a maternidade da sua prima, desde que você não negligencie as visitas com o passar do tempo. Quando usadas conscientemente e deliberadamente, as redes sociais podem ser um acréscimo útil à sua vida social.

domingo, 16 de junho de 2019

Existem quatro tipos de personalidades, afirma estudo


Pesquisadores da Northwestern University, nos Estados Unidos, examinaram dados de mais de 1,5 milhão de pessoas e descobriram que existem pelo menos quatro grupos distintos de personalidade: regular, reservada, egocêntrica e exemplar. As descobertas desafiam paradigmas existentes na psicologia.

Publicado na revista Nature Human Behavior, o estudo utilizou questionários com 44 a 300 perguntas, nos quais voluntários se candidataram para responder em troca de ter mais informações sobre a própria personalidade.

"As pessoas tentaram classificar os tipos de personalidade desde o tempo de Hipócrates, mas a literatura científica descobriu que isso não fazia sentido", disse William Revelle, professor de psicologia na Faculdade de Artes e Ciências de Weinberg, nos EUA.


"Agora, esses dados mostram que há densidades mais altas de personalidades", falou Luís Amaral, da McCormick School of Engineering. "Os tipos de personalidade só existiam na literatura de autoajuda e não tinham lugar nas revistas científicas. Achamos que isso vai mudar por causa deste estudo."

A partir das respostas dos questionários, os especialistas apontaram os cinco traços básicos de personalidade: neuroticismo, extroversão, abertura a novas experiências, simpatia e conscienciosidade. Depois de desenvolver novos algorítmos, surgiram quatro tipos de personalidades.

Regular
Pessoas regulares são ricas em neuroticismo e extroversão, e apresentam baixos níveis de abertura a novas experiências. As mulheres são mais propensas do que os homens a entrar nessa categoria.

Reservada
O indivíduo reservado é emocionalmente estável, mas não tem abertura ou neuroticismo. Não é extrovertido, mas é agradável e consciente.

Exemplar
Pessoas exemplares pontuam baixo em neuroticismo e alto em todas as outras características. Há mais mulheres nesta categoria. A probabilidade de alguém ser exemplar aumenta com a idade. "São pessoas confiáveis ​​e abertas a novas idéias", falou Amaral. "Essas são pessoas boas para se encarregarem das coisas. Na verdade, a vida é mais fácil se você tiver mais negócios com exemplares."



Egocêntrica
Esse grupo pontua muito em extroversão e abaixo da média em abertura, simpatia e consciência. "São pessoas com quem você não quer sair", afirmou Revelle. Há uma diminuição dramática no número de egocêntricos à medida que as pessoas envelhecem, tanto com mulheres quanto com homens.

Segundo Amaral, a primeira tentativa dos especialistas de classificar os dados utilizou algoritmos de agregação tradicionais, mas isso gerou resultados imprecisos.

"No começo, vieram 16 tipos de personalidade, e há pesquisas o suficiente para que soubesse que isso era ridículo", declarou Revelle. "Eu acreditava que não havia tantos tipos."

Por isso, os pesquisadores desenvolveram um novo método, reduzindo as possibilidade de agregação dos algorítmos. Esse procedimento revelou os quatro grupos.

Para ter certeza de que as categorias eram precisss, eles usaram um grupo de egocêntricos – garotos adolescentes – para validar as informações. "Sabemos que os adolescentes se comportam de maneira egocêntrica", disse Amaral. "Se os algorítmos estivessem corretos e selecionados para dados demográficos, os resultados apontaria para os egocêntricos como o maior grupo de pessoas naquela situação."


De acordo com os especialistas, esta pesquisa pode ajudar profissionais de saúde a avaliar as pessoas com personalidades extremas. Além disso, pode colaborar com a seleção de candidatos em vagas de emprego ou até para quem está procurando um parceiro amoroso.

A analise também aponta que, à medida que as pessoas amadurecem, seus tipos de personalidade mudam. Por exemplo, pessoas mais velhas tendem a ser mais conscientes e simpáticas do que aquelas com menos de 20 anos de idade. "Quando olhamos para grandes grupos de pessoas, fica claro que há tendências", afirmou Amaral. "Algumas pessoas podem mudar suas características ao longo do tempo."

Fonte: revistagalileu
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